segunda-feira, 16 de junho de 2014

American Towers compra a BR Towers por R$ 2,18 bilhões

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de domingo, dia 15, a GP Investiments anunciou um acordo para a venda de 100% das ações da BR Towers para a American Towers Corporation por um montante total de R$ 2,18 bilhões. A GP, que detém 41% do capital da BR Towers, estima em US$ 250 milhões o valor de sua participação na empresa brasileira de construção e compartilhamento de torres, "um retorno bruto de 2,8x o capital investido".
A transação está sujeita a "determinadas condições suspensivas", tais como a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o valor final do negócio poderá ainda ser ajustado em função da performance da BR Towers até a conclusão da operação.
A BR Towers opera atualmente 4,3 mil torres em todo o Brasil, incluindo 300 de construção própria e outras 4 mil adquiridas das operadoras Vivo e Oi.
É a segunda venda de participação da GP em ativos brasileiros neste mês. No último dia 9, a GP havia anunciado a venda das ações da empresa de gestão de frotas Sascar para a Michelin por US$ 256 milhões.

Fonte: Teletime de 16 de junho de 2014.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Anatel aprovou a manifestação oral das partes do processo e acesso da sociedade às suas reuniões

O Conselho Diretor da Anatel aprovou na reunião de 5 de junho de 2014,  alteração no Regimento Interno da Agência para permitir a possibilidade de manifestação oral das partes do processo nas suas reuniões, bem como o acesso da sociedade à sala em que são realizadas.
Acompanhando a análise do conselheiro Marcelo Bechara, o Conselho decidiu que: 
- As partes, por si ou por seus procuradores devidamente constituídos, têm direito à manifestação oral nas reuniões do Conselho pelo tempo mínimo de cinco e máximo de 15 minutos para cada matéria da pauta; 
- O pedido de manifestação deve ser feito até dois dias úteis antes da data prevista para a reunião ordinária, e até 30 minutos antes do horário previsto para a reunião extraordinária, devendo esses prazos serem disciplinados em portaria do Conselho Diretor; 
- A solicitação de manifestação pode ser feita pelo e-mail rcd@anatel.gov.br;
- O requerimento do interessado deverá ser feito à Secretaria do Conselho Diretor, que comunicará ao gabinete do conselheiro relator sobre os pedidos de manifestação oral efetuados pelas partes ou procuradores; 
- O gabinete do relator será responsável pela verificação da representatividade da parte ou do procurador que pretende manifestar-se oralmente (legitimidade); 
- Há possibilidade de solicitação, pelo conselheiro relator, de adiamento da deliberação da matéria objeto de manifestação oral para a reunião seguinte; 
- O pedido de manifestação oral poderá ser formulado para qualquer item da pauta, com exceção dos procedimentos normativos; 
- Fica estabelecido o prazo mínimo de 24 horas para a divulgação da pauta da Reunião Extraordinária (hoje não existe prazo);  
- É permitido o acesso da sociedade no espaço onde ocorrem as reuniões do Conselho Diretor, com exceção da parte fechada (destinada a assuntos administrativos).
 
Fonte: Site Anatel

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Anatel quer adotar processo eletrônico ainda neste ano

A Anatel quer adotar ainda este ano a digitalização de procedimentos internos e externos. Os processos digitais começam em meados de 2014 com a área de recursos humanos e segue para a área de fiscalização e compras. O objetivo, porém, é que até o fim do ano seja adotado sistema semelhante para os processos externos – portanto, o próprio protocolo eletrônico junto à agência.
“Temos na ordem de 100 mil administrados. Cada um deles com vários tipos de processos. Nosso objetivo é buscar agilidade, produtividade e transparência, tanto para esse administrado como para quem está por trás, os usuários”, afirmou o vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente.
Valente participou nesta sexta, 23/5, de um seminário sobre Processo Eletrônico na Anatel e destacou que “para o público externo, em geral os processos são contenciosos, litígios, e será desenvolvido modelo próprio. A previsão para implementar isso é dezembro”.
Como explicou o vice-presidente da Anatel, “em julho deste ano será iniciado um projeto piloto de utilização do SEI nos Recursos Humanos. Em agosto começa o roll out para que todo novo processo somente entre, desde o protocolo, pelo meio eletrônico”.
SEI é a sigla para o Sistema Eletrônico de Informações, que foi desenvolvido, totalmente em software livre, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região – que abrange os três estados da Região Sul do país. O SEI foi em seguida adotado pela Justiça Federal em São Paulo e será usado na administração pública federal.
“No Rio Grande do Sul, o sistema eletrônico reduziu, em média, em 36% o prazo processual, 26% em Santa Catarina e 23% no Paraná. Perto do que se ganhou, o investimento de R$ 26 milhões foi pequeno”, afirmou o coordenador do processo eletrônico no TRF-4, Eduardo Picarelli.
O Ministério das Comunicações, que começou a usar o SEI em abril deste ano para serviços da área de comunicação eletrônica – em geral, relação com radiodifusores – mas a previsão é de ser estendido para os demais serviços em julho deste ano.
O Ministério do Planejamento trabalha em um Processo Eletrônico Nacional, também a partir do SEI, a ser utilizado na administração pública federal, mas também de estados e de municípios. “A Anatel começou mais tarde, mas já está na nossa frente”, disse a diretora de programas do MPOG, Miriam Chaves.
 
Fonte: Convergência Digital de 23 de maio de 2014.

Volvo investe em RFID para agilizar produção de carros

No comércio de automóveis, os itens personalizados fazem muito sucesso, principalmente no mercado Premium. Os consumidores costumam encomendar uma série de itens opcionais e para os clientes e fabricantes isso significa que estes carros são únicos. A produção torna-se ainda mais complicada uma vez que vários modelos diferentes são montados na mesma linha de produção. Para gerenciar esta variedade, cada veículo precisa ser identificado e rastreado durante todo o processo de produção.

A Volvo, uma das mais tradicionais montadoras do mundo, contratou a Confidex para usar a tecnologia RFID para responder a este desafio e para melhorar a sua produção automotiva. Com a ajuda de mais de 2 milhões de tags inteligentes a Volvo é capaz de rastrear seus ativos em toda a linha de produção, desde solda e oficina de pintura até o ponto de montagem final.

A companhia optou por uma única solução para todo o processo de produção. Antes, ela usava três diferentes métodos para identificação e rastreamento de cada carro, sendo que na produção a tecnologia de código de barras era usada na fabricação, tags RFID na oficina de pintura e grandes códigos de barras na montagem final. Isso não era suficientemente confiável para obter um processo de fabricação equilibrado, onde qualquer falha afetava todo o rendimento da fábrica.

Com base na política de alta qualidade e requisitos de desempenho da Volvo, a Confidex desenvolveu uma solução de tag RFID UHF passiva robusta, capaz de suportar condições adversas durante todo o processo de produção. Depois de sair da oficina de soldagem, carrocerias passam para a linha de pintura, em um ambiente mais exigente para as tags utilizadas.
Na pintura, o carro é imerso em um banho de eletrólito para prevenção de corrosão, seguido por várias camadas de tinta e uma série de altos fornos de secagem de temperatura. Nestas condições é fundamental que a tag RFID seja resistente e mantenha a sua legibilidade e confiabilidade.

A tag escolhida para atender ao projeto da Volvo é Confidex Corona, montada sobre o chassi do carro já no início do processo de fabricação, para que a identificação ocorra de forma confiável em todas as etapas. A tag Confidex Corona tem demonstrado excelente confiabilidade durante o processo de fabricação do carro completo, apesar das condições complexas e difíceis.
“A indústria automobilística no Brasil e em alguns países das Américas é bastante forte, e está constantemente em busca de redução de custo e melhorias de processos. A tecnologia RFID, na maneira como implementada pela Confidex, permite atingir ambos objetivos”, comentou o diretor geral da subsidiária brasileira da Confidex, Alexander Dannias.

Fonte: Convergência Digital de 2 de junho de 2014

Anatel "vai despejar multa" em empresa que não cumprir metas

Em entrevista recente, o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, disse que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) "vai despejar um monte de multas nas empresas" que não estiverem cumprindo as metas de qualidade.
O ministro, que participou de uma audiência no Senado Federal para discutir o funcionamento da telefonia celular no país, disse que problemas de interrupção nas chamadas vêm sendo acompanhados pela agência reguladora e que as empresas serão punidas se ultrapassarem o limite de falhas, estabelecido em 5% do total das ligações realizadas.
"Eu paguei um mico uma vez em São Paulo, quando decidi dar uma entrevista para uma rádio, por telefone, de dentro de um carro", disse. "No meio do caminho, a ligação caiu. Claro, no tráfego, pode acontecer de cair. Mas não me perdoaram, né? Agora só dou entrevista de um lugar com bom sinal ou de um telefone fixo", afirmou.
De acordo com Paulo Bernardo, as empresas "têm de dar conta" de cumprir a meta de qualidade.
Tarifas
O ministro disse ainda que a Anatel está acompanhando também os preços da telefonia móvel no Brasil, especialmente as tarifas de interconexão, que são as taxas aplicadas sobre chamadas entre operadoras diferentes.
Em geral, essas ligações são muito mais caras que as feitas para outros números cadastrados na mesma empresa.
"O objetivo é jogar essa tarifa para níveis internacionais. Essa interconexão está muito cara, o que faz as pessoas andarem com mais de um celular", afirmou.
Internet
Paulo Bernardo também indicou que a expansão das redes para cobertura de internet móvel no Brasil foi de 474% entre dezembro de 2010 e abril de 2014, considerando o 3G e o 4G.
O ministro disse que, no mesmo período, a cobertura passou de 824 municípios brasileiros para 3.395, um aumento de 321%.
 
Fonte: Jornal O Valor Econômico de 27 de maio de 2014.
 
 



 

Representantes da Anatel fizeram sua primeira reunião com os Conselhos de Usuários da região Sudeste

Ocorreu em 23 de maio,  em São Paulo, a primeira reunião coordenada pela Anatel com os representantes que formam os Conselhos de Usuários da região Sudeste.
 
Depois de concluir e aprovar o processo de regulamentação em outubro de 2013, a Anatel determinou às empresas de telecom que criassem seus conselhos dentro de um prazo de 6 meses.

No último dia 20, a Anatel se reuniu, em Brasília, com os Conselhos da região Centro-Oeste.

Também ocorreram reuniões nas regiões Sul, Norte e Nordeste, quando então, os conselheiros empossados e já orientados, estarão em condições de iniciar seus trabalhos como representantes dos usuários dos diversos serviços de telecomunicações, dentre eles, STFC - Serviço Fixo; SMP, SME - Serviços Móveis, SeAC, TVA - Serviços de vídeo.

Espera-se que esses Conselhos contribuam com a sociedade na indicação de melhorias dos serviços prestados e que com este canal as todas as empresas operadoras consigam entender com mais facilidade os anseios e necessidades de seus clientes.

Francisco Carlos de Araujo

Kialo Consultoria e Engenharia Ltda.

 

Anatel publica ato que reduz assinatura básica para capital e parte do Estado de São Paulo

A Anatel publicou em 5 de junho de 2014, no Diário Oficial da União o Ato 5.592, de 2 de junho de 2014, que estabelece os novos valores do plano básico da telefonia fixa local da Telefônica no setor 31 do Plano Geral de Outorgas, área que engloba a capital paulista e outras localidades do estado. Houve redução de 24,3%.
A redução foi aprovada na reunião do Conselho Diretor da Anatel quinta-feira passada, 29, e é consequência dos ganhos econômicos proporcionados pelo processo de reestruturação do grupo empresarial.
O valor da assinatura residencial da Telefônica passou de R$ 29,89 para R$ 22,61; o da não-residencial e tronco caiu de R$ 51,11 para R$ 38,68; a assinatura do telefone popular (Aice) passou de R$ 9,85 para R$ 7,45.
Em maio de 2013, o Conselho Diretor da Anatel concedeu anuência prévia para a reestruturação societária de empresas pertencentes ao mesmo grupo econômico da Telefônica com base no artigo 86, da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, alterado pela Lei n.º 12.485, de 12 de setembro de 2011. A reestruturação proporcionou ganhos que devem ser compartilhados com os clientes, nos termos da legislação.
 
Fonte: Site Anatel