quinta-feira, 26 de junho de 2014

UIT cria grupo para promover padronização de mobile money

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) anunciou nesta quarta-feira, 25, na Suíça, uma iniciativa para promover a inclusão financeira utilizando tecnologias de comunicação e informação (TIC), em especial padrões internacionais para dispositivos móveis. A entidade estabeleceu um grupo focado em serviços financeiros digitais em resposta a uma proposta da fundação Bill & Melinda Gates, entidade filantrópica do fundador da Microsoft e sua esposa.
Essa padronização precisará englobar requerimentos técnicos, como arquiteturas para trabalhar com serviços financeiros e transações seguras em dispositivos móveis. Outro ponto observado pela entidade é em relação a questões sobre políticas e regulação, em especial a proteção ao consumidor contra fraudes, levando em consideração os modelos de negócios para permitir o nascimento e a sustentabilidade dessa indústria.
Na visão da UIT, padronizar plataformas de "mobile money" ajudaria a aumentar a inclusão financeira para 2,5 bilhões de adultos desbancarizados no mundo. "Padrões vão reduzir drasticamente os custos desses serviços para provedores e seus clientes, assim abrindo a porta para comunidades remotas e carentes", alega a entidade. "Ter um parceiro forte como a UIT trabalhando na inclusão financeira avançada em países em desenvolvimento e mercados emergentes ao cultivar o poder das tecnologias digitais será instrumental em ajudar a criar oportunidades para as pessoas construírem vidas melhores", disse no comunicado o diretor de serviços financeiros da fundação Bill & Melinda Gates, Rodger Voorhies.
O grupo será aberto para participações e vai desenvolver um roadmap de padronização internacional para serviços interoperáveis, bem como um modelo regulatório para ajudar autoridades a encorajar a adoção desses serviços. A ideia é identificar tendências na tecnologia que deverão emergir nos próximos anos e observar como os vários setores vão responder a esse ecossistema. "Nesse trabalho para apontar casos bem sucedidos de implantação de mobile money em países em desenvolvimento, terá atenção particular os que forem associados aos benefícios das mulheres", diz a UIT.
 
Fonte: Teletime News de 25 de junho de 2014.

Oi acerta venda de mais 1,641 mil torres para a SBA por R$ 1,17 bilhão

A Oi comunicou ao mercado nesta quarta-feira, 25, a venda de 1,641 mil torres de telefonia móvel para a SBA Torres por R$ 1,172 bilhão. É a terceira venda de torres para a SBA desde o ano passado com o objetivo de injetar dinheiro em caixa e melhorar a flexibilidade financeira da empresa. Em julho de 2013, a Oi acertou a venda de 2.113 torres fixas e respectivas áreas nas quais estão localizadas por R$ 686,725 milhões e em dezembro, de outras 2.007 torres de telefonia móvel por R$ 1,525 bilhão.
A nova venda, como as anteriores, se dará pela transferência de 100% das ações de uma sociedade controlada pela Telemar Norte Leste S/A e pela BRT Serviços de Internet S/A, detentora das 1,641 torres, para a SBA e o valor de R$ 1.172.493.238 deverá entrar no caixa da Oi na data de conclusão da operação, prevista para dezembro deste ano.
Segundo a Oi em comunicado, a transação prevê, como de praxe, contrato de locação de longo prazo para continuidade dos serviços de telefonia móvel da Oi e permitirá "aumentar os vencimentos e maturidade da dívida, reduzir o custo associado ao financiamento e fortalecer a posição de liquidez" da tele brasileira.
 
Fonte: Teletime News de 25 de junho de 2014.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Smart Grid: veja os investimentos no Brasil

 


Mapeamento feito em parceria pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Instituto da Associação de Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (iAptel)revela que o Brasil possui, hoje, mais de 200 projetos pilotos de redes inteligentes(smart grids) em andamento, com o envolvimento de cerca de 450 instituições – entre ministérios, agências reguladoras, universidades e empresas.

Ainda conforme o levantamento, os investimentos na área chegaram a R$ 1,6 bilhão, com recursos originários especialmente do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Inova Energia (R$ 1,2 bilhão), sendo essa última ação parte do Plano Inova Empresa, lançado pelo governo federal, em março do ano passado, para estimular a produtividade e a competitividade em vários setores da economia.

Somente a Finep, agência de fomento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), destinou R$ 637 milhões – em subvenção econômica, crédito e recursos não reembolsáveis – a iniciativas de empresas e de instituições de ciência e tecnologia. Por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o MCTI lançou, em 2013, uma chamada pública no valor de R$ 8 milhões com o intuito de apoiar projetos de pesquisa científica e de inovação em REI, contemplando 13 projetos em diversas regiões do país.

Em evento sobre smart grids, realizado em Brasília, o coordenador de tecnologias setoriais da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCTI), Eduardo Soriano, apresentou as ações do ministério – em parceria com a Aneel – que estão previstas para fortalecer o setor no país, entre elas, a criação de mecanismos para fomentar recursos humanos, com a oferta de cursos
específicos para mestrado profissional no âmbito do programa Ciência Sem Fronteiras, além da criação de laboratórios de pesquisa na área. O executivo destacou, ainda, a possibilidade de incentivos fiscais para empresários interessados em investir no segmento a partir da Lei de Informática e da Lei do Bem.

Dados da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) apontam que as perdas das distribuidoras chegaram a 16,5%, em 2012, tanto por motivos técnicos como comerciais, especialmente devido a furtos, fraudes e a problemas de medição e de faturamento. A adoção dos smart grids é colocar a inteligência nas redes elétricas. "Imagina não precisarmos ligar para a concessionária quando faltar energia? Podermos acompanhar o quanto estamos gastando e saber quando a energia está mais cara ou barata? A concessionária interromper o fornecimento de apenas poucas quadras ao invés de desligar toda a região quando ocorrer um problema? A empresa poder fazer o desligamento remoto quando detectar o não pagamento da fatura? Ou, ainda, a possibilidade de termos uma energia pré-paga como ocorre com os celulares?", enfatizou Eduardo Soriano.
Fonte: Assessoria do MCTI



Internet das Coisas explode a demanda por tráfego IP


O tráfego IP global para conexões fixas e móveis deve chegar a uma taxa anual de 1,6 zettabytes* - mais de um trilhão e meio de gigabytes por ano, até 2018. O tráfego anual IP projetado para 2018 será maior do que todo o tráfego gerado mundialmente no período de 1984 até 2013 (1,3 zettabytes), o que significa que o tráfego global IP deverá triplicar nos próximos cinco anos, revela o estudo global Cisco® Visual Networking Index™ (VNI) and Service Adoption para o período de 2013 a 2018.

O levantamento prevê que a mobilidade será o grande demandador de tráfego na Internet. Tanto que projeta 645 milhões de dispositivos conectados em 2018, diante de 418,5 milhões em 2013. O sucesso das conexões M2M fica evidenciado. O estudo diz que as conexões M2M também devem aumentar no período, respondendo por 29% (187,5 milhões) de todos dispositivos conectados em 2018, comparado com 16% (65,7 milhões) em 2013.

Com o vídeo online também em alta, as TVs conectadas representarão 13% de todos os dispositivos em rede em 2018, em comparação com 4% em 2013. As TVs 4k vão responder por 22% de todas as TVs de tela plana em 2018. Segundo o estudo, 39,3% do vídeo pela Internet será HD e 2,2% Ultra HD. O tráfego de vídeo pela Internet triplicará até 2018, atingindo 2,8 Exabytes por mês e será responsável por 82% de todo tráfego da Internet em 2018, diante de 63% em 2013.

O levantamento da Cisco informa ainda que o tráfego IP no Brasil crescerá duas vezes entre 2013 e 2018, com uma taxa anual composta de 20%, atingindo 3,9 Exabytes por mês em 2018, contra 1.6 Exabytes por mês em 2013. Segundo o estudo, em 2018, haverá 142 milhões de usuários de Internet no Brasil, diante de 81 milhões em 2013. O tráfego da Internet crescerá 2,4 vezes entre 2013 e 2018, com uma taxa anual composta de 19%, atingindo 3,5 Exabytes por mês em 2018, diante de 1,5 Exabytes por mês em 2013. Com esses dados, o tráfego da Internet do Brasil será o equivalente a 353 vezes o volume de toda Internet brasileira em 2005.

O levantamento mostra ainda que o vídeo online será o serviço de internet residencial que mais vai crescer, com taxa composta de crescimento anual de 10% entre 2013 e 2018, passando de 1,2 bilhão de usuários para 1,9 bilhão de usuários, até 2018. O levantamento da Cisco constata ainda que:

• Os serviços baseados em localização serão os de maior crescimento dentro dos serviços móveis destinados aos consumidores, com taxa composta de crescimento anual de 36% entre 2013 e 2018, passando de 236 milhões de usuários em 2013 para mais de 1 bilhão de usuários em 2018.

• A videoconferência em área de trabalho e pessoal será o serviço de Internet para negócios com crescimento mais rápido, com taxa composta de crescimento anual de 45% entre 2013 e 2018, passando de 37 milhões de usuários em 2013 para 238 milhões de usuários em 2018.

Mobilidade

Dispositivos móveis e portáteis que não sejam PCs vão conduzir a maioria do tráfego até 2018. Em 2013, 33% do tráfego IP foi originado em dispositivos não-PC, no entanto, até 2018, a parcela de tráfego IP não-PC deverá aumentar para 57%.
O tráfego originado em PC deverá crescer a uma taxa composta de crescimento anual de 10% (CAGR, Compound Annual Growth Rate), enquanto outros dispositivos/conexões terão taxas de crescimento de tráfego mais elevadas ao longo do período de previsão, incluindo TVs (18%), tablets (74%), smartphones (64%) e conexões M2M (84%).

• O tráfego de Internet em horário de pico cresce com mais rapidez que o tráfego médio da Internet. Este tráfego cresceu 32% em 2013, comparado com 25% de crescimento do tráfego médio da Internet.

• O tráfego originado em redes metropolitanas superou o tráfego de longa distância em 2013. O tráfego metropolitano irá crescer quase duas vezes mais rápido que o tráfego de longa distância entre 2013 e 2018. Este crescimento deve-se, em parte, às redes de distribuição de conteúdo, o que vai gerar mais da metade do tráfego total da Internet em 2018.

Explosão de dados

O estudo da Cisco projeta que o tráfego de IP global chegue a 132 exabytes por mês em 2018, o equivalente a:

•8,8 bilhões de telas fazendo streaming da partida final da Copa do Mundo da FIFA em Ultra-HD/4K ao mesmo tempo;

•5,5 bilhões de pessoas assistindo a quarta temporada de "Game of Thrones" compulsivamente através de vídeo-on-demand em HD ou 1,5 bilhão assistindo em Ultra-HD/4K;

•4,5 trilhões de vídeos do YouTube; e

•940 quatrilhões de mensagens de texto.
*Fonte: Assessoria da Cisco

Os números das telecomunicações na Copa do Mundo

Durante a abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira, 12/06, na Arena de São Paulo, foram feitas 135 mil ligações de telefonia celular e mais de 1 milhão de comunicações de dados, incluindo envio de e-mails, fotos e mensagens multimídia, com tamanho médio de 0,55 MB, revela o SindiTelebrasil. Mesmo com o curto prazo para a instalação de equipamentos - menos de dois meses -, a infraestrutura de cobertura indoor montada pelas prestadoras na Arena de São Paulo, sustenta o sindicato das teles, permitiu um uso intenso dos serviços de telefonia e de conexão à internet móvel.

Na partida entre Brasil e Croácia, o maior volume de dados trafegados na Arena de São Paulo ficou concentrado na tecnologia 3G, que teve picos de tráfego e congestionamentos momentâneos. Entre 13h e 20h, 857 mil comunicações de dados foram realizadas na tecnologia 3G e o pico de conexões à internet ocorreu entre 14h30 e 15h30, um pouco antes e durante a cerimônia de abertura.

O uso da rede de dados se manteve em níveis elevados até o início da partida, às 17h.A tecnologia 4G também apresentou uma utilização significativa, mesmo tendo sido implantada no Brasil em 2013. Nesse período de 13h às 20h, 285 mil comunicações de dados foram feitas pelas redes de 4G, o que representou 26% do tráfego total de dados.

A rede para chamadas telefônicas apresentou desempenho satisfatório, mesmo nos momentos de pico. O maior volume de ligações se deu entre 13h e 15h, demostrando um comportamento típico dos usuários em grandes eventos, em que o uso do celular para ligações de voz se dá de forma mais intensa na chegada ao local, enquanto o uso de dados é mais elevado no início do espetáculo.

Cobertura

Na arena de São Paulo, a cobertura indoor conta com 337 antenas, interligadas por 12 quilômetros de fibras ópticas. A área externa do estádio foi reforçada com 22 antenas móveis. Assim como em São Paulo, as prestadoras de serviços de telefonia móvel instalaram a cobertura indoor nos outros 11 estádios que sediam os jogos da Copa do Mundo. Ao todo, 4.738 antenas fazem parte da infraestrutura interna instalada pelas prestadoras nas arenas, permitindo aos torcedores fazer ligações, navegar na internet e mandar mensagens multimídia, com texto e fotos, por exemplo.

A cobertura indoor usa uma tecnologia de última geração, a mesma utilizada nos Jogos Olímpicos de Londres e atende aos serviços de voz e dados nas tecnologias 2G, 3G e 4G. Para a instalação da infraestrutura de telefonia móvel e banda larga, as prestadoras Claro, Oi, Nextel, Tim e Vivo fizeram uma parceria para a implantação de um projeto único, com investimentos de R$ 226 milhões e infraestrutura compartilhada.

Pelo projeto, os equipamentos das empresas ficam instalados em uma sala e dali parte uma rede de fibras ópticas que levam o sinal até uma série de pequenas antenas distribuídas ao longo de cada estádio para garantir cobertura nas arquibancadas, camarotes, vestiários, corredores, praças de acesso e estacionamentos internos.
Fonte: Sinditelebrasil

NEXTEL inicia operação 4G no RJ

A Nextel iniciou nesta segunda-feira, 16, a operação da sua rede de quarta geração (4G) no Rio de Janeiro. A capital fluminense é a primeira cidade a receber a nova tecnologia da operadora. Foram instaladas 300 antenas cobrindo 19 bairros cariocas. "Achamos que é o suficiente para os nossos clientes terem uma primeira experiência com 4G", disse George Dolce, vice-presidente de marketing da Nextel. O lançamento a tempo da Copa do Mundo havia sido adiantado pelo noticiário Teletime.
A empresa criou um plano específico para quem quiser usar a rede 4G. O pacote custa R$ 129,99 e inclui, além do acesso à nova tecnologia, 4 GB de tráfego de dados, 400 minutos para chamadas para outras operadoras fixas e móveis, chamadas ilimitadas para Nextel e SMS ilimitado. "Temos uma cobertura competitiva de arranque e uma oferta comercial imbatível. Queremos repetir o sucesso que tivemos no 3G com o plano de R$ 99", disse Dolce.
A Nextel tem registrado mais de 100 mil novos assinantes 3G por mês, liderando as adições líquidas no País ultimamente. Cerca de 20% dos seus novos clientes são provenientes de outras operadoras. Eles vêm trazendo seus números, com a portabilidade numérica. O executivo espera que a rede 4G atraia ainda mais clientes dos concorrentes. Um grupo que pode se interessar são as pessoas que compraram o iPhone 5 nos EUA: o aparelho é 4G, mas não funciona na frequência de 2,5 GHz, usada por Claro, Oi, Vivo e TIM. Por outro lado, o aparelho consegue acessar o 4G na faixa de 1.800 MHz, adotada pela Nextel.
Em seu portfólio de aparelhos, a operadora tem entre modelos 4G o Samsung Galaxy S4 e os iPhones 5S e 5C. No caso destes dois últimos, a Apple já aprovou a rede 4G da operadora e vai liberar o acesso aos assinantes da Nextel na próxima atualização do iOS. Além disso, chegarão em breve dos novos modelos da Motorola compatíveis com 4G: as novas versões do Moto G e do Moto X.
Expansão
O próximo passo da Nextel na expansão da sua rede 4G será a região metropolitana do Rio de Janeiro e depois para o resto do Estado. A empresa também comprou licença para uso da faixa de 1.800 MHz em Minas Gerais e em estados do Nordeste. Mas só levará o 4G para localidades onde já tenha uma rede 3G instalada. A rede 4G da Nextel utiliza equipamentos da Huawei, mesma fornecedora da sua rede 3G.
 
Fonte: Teletime de 16 de junho de 2014.

Level 3 compra TW Telecom por US$ 5,7 bilhões

A operadora Level 3 Communications anunciou nesta segunda-feira, 16, a compra da norte-americana TW Telecom, provedora acesso à Internet, por US$ 5,68 bilhões. Conforme os termos do acordo, a Level 3 vai pagar US$ 10 por ação, em dinheiro, e US$ 0,07 de cada ação em seu poder para cada ação da TW Telecom. Isso totaliza US$ 40,86 por ação da TW Telecom, 12% acima do preço de fechamento no pregão de sexta-feira, 13. Além disso, a Level 3 também vai assumir cerca de US$ 1,6 bilhão em dívidas da empresa.
O negócio, que ainda depende das aprovações de praxe, deve aumentar significativamente as operações da Level 3, uma dos maiores provedores de serviços de Internet dos EUA. O backbone de Internet da empresa — de fibra ótica — é usado por empresas como Google e Netfix. A Level 3 também opera cabos submarinos.
Em comunicado, a empresa disse que a compra da TW Telecom, que tem sede no estado de Colorado, dará à Level 3 um adicional importante em serviços de rede, como acesso de voz via Internet para empresas. A previsão é que a transação seja concluída até o fim do ano.
No ano passado, a TW Telecom registrou US$ 36,5 milhões de lucro e receita de US$ 1,6 bilhão. A Level 3 estima que a compra deve gerar cerca de US$ 240 milhões em redução de custos, devido ao compartilhamento da rede e economia das despesas operacionais.
"Acreditamos que esta é uma aquisição financeiramente atraente e muito estratégica para a Level 3, que irá reforçar a nossa capacidade de continuar a ganhar participação de mercado", disse Jeff Storey, presidente-executivo da Level 3, em um comunicado. "A transação solidifica ainda mais a posição da Level 3 como fornecedora global de comunicações premier para os mercados corporativo, de governo e carriers de telecom."
 
Fonte: Teletime de 16 de junho de 2014.