sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Canal da Senacon para denúncias de telemarketing abusivo atendeu 26,7 mil pessoas

Em 100 dias de funcionamento, o canal da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, para denúncias de telemarketing abusivo registrou 26.674 atendimentos de usuários. A plataforma visa atender queixas das pessoas que não autorizaram empresas a ligar para suas casas, oferecendo produtos ou serviços.

De acordo com a Senacon, do total das denunciantes, 92% afirmaram não ter relação com as empresas, ou seja, não contrataram nenhum serviço. Quase a totalidade (99%) dos consumidores declararam não haver concedido permissão alguma para a empresa oferecer produtos e serviços via telefone.

O canal é de amplitude nacional, mas Minas Gerais foi o estado com maior número de denúncias: 8.800. Em seguida, aparecem São Paulo e Rio de Janeiro, com 6,3 mil e 1,1 mil, respectivamente. Bancos e operadoras de celular e TV por assinatura lideram as denúncias.

Para denunciar, o consumidor deve preencher o formulário eletrônico com a data e o número de origem da chamada com DDD (se houver), o nome do telemarketing ou qual empresa ele representa e se foi dada a permissão para oferta de produtos e serviços. As denúncias serão investigadas pela Senacon e encaminhadas aos Procons para análise e eventual abertura de processo administrativo pela prática abusiva.

A iniciativa não tem ligação com as recentes ações da Anatel no combate ao telemarketing abusivo, ou com a plataforma do Sistema de Autorregulação das Telecomunicações (SART), o "Não Me Perturbe".

(Com informações da Senacon e Agência Brasil)

Fonte: Teletime News de 4 de novembro de 2022, pela Redação da Teletime.

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Código 0304 deve ser utilizado em ligações de cobrança, define Anatel

A Anatel destinou o código numérico 304 (0304) para ligações relacionadas à cobrança, nos moldes do que já foi feito com o prefixo 0303 para chamadas de telemarketing ativo. A decisão foi tomada em reunião do Conselho Diretor da reguladora nesta quinta-feira, 3.

O recurso de numeração específico para o segmento estava em avaliação na área técnica da agência e foi aprovado por unanimidade após relatoria do conselheiro da Anatel, Emmanoel Campelo. O ato é considerado mais um passo no combate da agência às chamadas abusivas.

Na sexta-feira, 4, a Anatel esclareceu que um procedimento operacional para a adoção do 0304 no setor de cobrança será tema de consulta pública durante 60 dias. Após a publicação definitiva do ato com a decisão, as empresas terão 180 dias para implementar a medida.

"Em termos de volume, a atividade de cobrança é ofensora em igual ou maior peso que o telemarketing", pontuou Campelo, que está se despedindo do colegiado após assumir a liderança na agência de temas relacionados ao consumidor. O mandato do advogado se encerra nesta sexta-feira, 4 de novembro.

A diferenciação entre os segmentos de telemarketing ativo e cobranças era um dos aspectos que preocupavam empresas do segmento, notaram profissionais da Anatel. Na ocasião, questionamentos de empresas à atuação da agência em relação aos recursos de numeração também foram rebatidos.

"As medidas adotadas foram todas desafiadas por ações judiciais, mais de uma dezena delas, e absolutamente nenhuma prevaceleu no sentido de obstar ações da agência", afirmou Campelo. A Anatel tem utilizado a gestão de recursos de numeração como arma no combate às ligações indesejadas. "De acordo com a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), cabe à União, por intermédio do órgão regulador, disciplinar e fiscalizar o funcionamento das redes de telecomunicações", defende a agência.

"Não se trata de combate a setores, mas a condutas abusivas. Em nada serão prejudicadas empresas que atuam de forma séria", prosseguiu Campelo, recordando queda nas chamadas curtas por robocalls após a edição de medida cautelar para coibir a atividade.

Fonte: Teletime News de 3 de novembro de 2022, por Henrique Julião.

Anatel aprova novos valores de referência para uso de dutos e transporte de dados Por Bruno do Amaral -03/11/22, 16:24 Atualizado em 03/11/22, 23:580

A Anatel aprovou novos valores de referência para produtos de atacado – aluguel de dutos, bitstream, full unbundling e transporte de dados de alta capacidade – no âmbito do Plano Geral de Metas de Competição (PGMC). De relatoria do conselheiro Emmanoel Campelo, em última participação no cargo, a proposta foi apresentada na reunião do Conselho Diretor nesta quinta-feira, 3, e aprovada por unanimidade.

Além de novos valores, o texto de Campelo acolheu a proposta da área técnica de revisar esses preços a cada dois anos. "Dada a dinâmica dos mercados e do próprio PGMC, infere-se que os valores de referência devem ser reavaliados periodicamente", disse o conselheiro.

Outro ponto levantado pelo relator é que, devido à evolução tecnológica e do modelo de prestação de serviços, "pode não haver demanda pelo bitstream e full unbundling, pois mesmo com a medida de controle de preços, não teve comercialização". Ele também notou que não foi possível aplicar o modelo de preços topdown, considerando que alguns dos produtos não foram oferecidos pelas operadoras.

Os valores de referência ficaram da seguinte forma:

Full Unbundling 

Para essa modalidade de desagregação plena de enlace, o valor foi de R$ 21,01 por mês e por par metálico. O preço foi definido com base em resultados mais recentes do modelo e demais valores calculados a partir do modelo dos custos, despesas operacionais e custos de capital dos grupos com poder de mercado significativo (PMS). Segundo Campelo, apenas a Algar Telecom e a Telefônica Vivo ofereciam o produto, sendo que o modelo da operadora mineira acabou sendo desconsiderado por não apresentar as características de preço previstas no regulamento. Desta forma, o valor tomou como base nos resultados da Vivo. 

Bitstream

Embora exista equivalência direta no PGMC, nenhuma operadora oferece o produto de categoria de desagregação lógica da rede, segundo Emmanoel Campelo. Assim, adotou-se a utilização de valores de mercado, utilizando o full unbundling como parâmetro. Os preços ficaram da seguinte forma:

R$ 8,88256 kbps
R$ 16,36512 kbps
R$ 18,701.024 kbps
R$ 22,442.048 kbps
R$ 31,795 Mbps
R$ 32,738 Mbps
R$ 33,6610 Mbps
(mês/acesso)

Dutos e subdutos

Os valores médios a serem oferecidos pelas prestadoras com PMS foram calculados a partir dos custos, despesas operacionais e custo de capital apurados nas etapas de alocação intermediária e dos quantitativos físicos. Apenas a Claro apresentou o produto, mas o resultado do modelo de custos da empresa foi desconsiderado em favor da utilização do inciso III do §3º do art. 12. "Os valores relativos ao aluguel de dutos pagos a outras prestadoras foram excluídos do cálculo por causa de a obrigação das PMS ser apenas para dutos próprios", explicou Campelo.

AlgarR$ 107,37
OiR$ 74,77
ClaroR$ 143,28
Telefônica VivoR$ 83,82
(mês/Km)

Transporte de dados alta capacidade

Considerados como links acima dos 23 Mbps, entre dois ou mais endereços por meio de interfaces padronizadas em tráfego bidirecional, o produto só é oferecido pelas operadoras Claro, Ligga e Telefônica Vivo. No caso desta última, não foi considerada. Assim, os valores definidos foram com base no modelo de custos e demais valores calculados a partir dos custos, despesas operacionais e custo de capital apurados para outros grupos com PMS. Os valores da Ligga são diferenciados das operadoras com poder de mercado significativo:
LiggaDemais PMS
Nó localR$ 0,76R$ 1,91
Nó regionalR$ 5,04R$ 3,12
Nó nacionalR$ 6,75R$ 4,19

Emmanoel Campelo deixa o Conselho Diretor da Anatel

A reunião do Conselho Diretor desta quinta-feira, 3, foi a última do conselheiro Emmanoel Campelo na Anatel. Desde a nomeação em 2017 até esta data – oficialmente, o mandato termina na sexta, 4 -, o potiguar esteve a frente da relatoria de 725 processos na agência. Considerando os pedidos de vista, ele próprio somou 781 processos.

Segundo Campelo, o objetivo foi de sempre figurar como uma "voz ativa no caminho para conectar o País totalmente". O conselheiro destacou o fato de não ter deixado nenhum processo para o sucessor – que será, pela lista de substitutos, o superintendente de planejamento e regulação, Nilo Pasquali.

"Entrego o gabinete sem nenhum passivo", disse Campelo, complementando em seguida: "Tem a peculiaridade de não ter um processo sequer em diligência. O superintendente Nilo certamente se enche de jubile com essa passagem."

Dentre os processos que já relatou ou pediu vista, o conselheiro ressaltou o trabalho no Edital do 5G, no qual praticamente todos os conselheiros da época acabaram tendo grande papel – a exceção foi o conselheiro Artur Coimbra, à época ainda no Ministério das Comunicações. "É uma frase que será repetida por todos nós: o Edital do 5G foi o processo mais relevante e importante, até pelo potencial de evolução da tecnologia e do setor de telecomunicações", disse.

Porém, Emmanoel Campelo também se destaca no combate à prática de telemarketing abusivo, por robocalls ou por uso ilegal de recursos de numeração. "Sem dúvida nenhuma é o maior legado que você deixa para o Brasil. O País e a Anatel têm uma dívida com você", afirmou o presidente da agência, Carlos Baigorri.

Campelo encerrou o discurso afirmando que nunca teve apego a cargos ou instituições, mas que o trabalho na agência reguladora foi diferente. "Não vou ter saudades da Anatel como instituição, mas como pessoas. Daqui estou levando muitos amigos."

Fonte: Teletime News de 3 de novembro de 2022, por Bruno do Amaral.

Anatel segmenta espectro de segurança pública e libera faixa de 800 MHz

A Anatel aprovou por unanimidade na reunião desta quinta-feira, 3, a revisão da regulamentação de uso de espectro para os serviços fixo (STFC), móvel (SMP) e de banda larga (SCM). A proposta da agência traz a redefinição das destinações ao serviço limitado privado (SLP) e ao uso da faixa de 700 MHz para segurança pública e forças militares. Também foi avaliada a pertinência de revisar a destinação e canalização da faixa de 900 MHz para o SMP.

Segundo explicou no voto o relator, conselheiro Emmanoel Campelo, o tema passou pela área técnica – superintendências de Planejamento e Regulamentação (SPR) e de Outorga e Recursos à Prestação (SOR) – e pela Procuradoria Federal Especializada, além de ser objeto de tomada de subsídios. Foram 223 contribuições na consulta pública.

Confira abaixo o que muda. A minuta do regulamento aprovado pode ser lida clicando aqui.

800 MHz

Parte da faixa de 800 MHz foi retirada da segurança pública para ser destinada ao serviço móvel e à banda larga em caráter primário, além da telefonia fixa em caráter secundário.

Conforme exposto na análise de impacto regulatório acompanhada pelo conselheiro, a proposição feita por empresas por um alinhamento integral com a banda 26 (814-849 MHz / 859-894 MHz FDD) não foi acatada, uma vez que a composição do duplex de 10 + 10 MHz na faixa de segurança pública (809-819 MHz / 854-864 MHz FDD) foi considerada por Campelo "a que melhor equilibra as necessidades de espectro para aplicações de mercado e aplicações estratégicas para o Estado".

900 MHz

Para a faixa de 900 MHz, também houve contribuições sugerindo atribuir um duplex de 15 + 15 MHz, em vez dos 10 + 10 MHz apresentados pela Anatel. A agência também negou a proposta, entendendo que inviabilizaria o uso da faixa por equipamentos de radiação restrita. Assim, ficam destinadas as faixas de 905-907,5 MHz e de 950-952,5 MHz ao SMP, SCM e SLP, todos em caráter primário; e ao STFC em caráter secundário.

Ainda nos comentários sobre a faixa de 900 MHz, as contribuições questionaram a redução da destinação e um "alegado desalinhamento com mercados internacionais relevantes", como os Estados Unidos. A área técnica rechaçou os comentários, reiterando que o espectro mantém a mesma destinação ao SMP desde 2006. Conforme explica Campelo, a proposta foi "apenas" de reduzir a capacidade para equipamentos de radiação restrita dos atuais 18,5 MHz para 16 MHz, uma diminuição de 15,6%.

A ocupação de subfaixas da frequência por sistemas SMP, SCM, STFC e SLP aconteceria apenas a partir de 29 de abril de 2035, quando vence a última outorga de SMP atualmente na faixa de 900 MHz. Assim, a área técnica considerou ser "um prazo adequado para que ocorra a adaptação dos equipamentos de radiação restrita que operam na subfaixa de 905 MHz a 907,5 MHz dentro de um contexto de uma transição suave, permitindo que os atuais fabricantes de equipamentos que operam nessa subfaixa possam adaptar suas linhas de produção para a nova realidade, bem como permitir que os atuais usuários de sistemas baseados nesses equipamentos possam reconfigurar suas redes para a nova subfaixa resultante de 902 MHz a 905 MHz ou, caso não seja possível essa reconfiguração, efetuar a transição dos atuais equipamentos de radiação restrita para novos equipamentos adaptados de acordo com a presente proposta". As superintendências também entenderam que havia menos equipamentos homologados na subfaixa de 902-907,5 MHz e, por isso, haveria menos impacto na adequação ao SMP.

Redes privativas e segurança

A proposta da Anatel de flexibilizar o uso do bloco 1 da faixa de 700 MHz (703-708 MHz e 758-763 MHz) para aplicações de serviço limitado privado recebeu aprovação nas contribuições. A área técnica desconsiderou pedido da Petrobras de prazos adicionais para sistemas de 800 MHz ou proteção específica contra interferências. A justificativa é que isso ocorre depois da resolução aprovada, com negociação posterior.

A proposta acabou sendo muito criticada pelo setor de segurança pública, com "grande participação do Ministério da Defesa e de seus órgão subordinados", indo contra a flexibilização do uso do bloco 1 da faixa de 700 MHz. No entanto, a Anatel conseguiu negociar com os setores envolvidos. O que ficou acertado foi a segmentação de setores com necessidades específicas, revogando assim o art. 5 do regulamento original:809-814 MHz e 854-859 MHz: ficam destinadas ao SLP, em aplicações de segurança pública, defesa civil e defesa nacional, em caráter primário.
814-819 MHz e 859-864 MHz: ficam também ao SLP, em aplicações apenas de defesa nacional (exército), em caráter primário.

Também foi questionado o impacto, com eventuais custos de migração ou ressarcimento de sistemas existentes nas faixas de 700 MHz e 800 MHz. Mas a área técnica entendeu estar fora do escopo do processo.

Satélite

Houve apenas uma adequação do texto para "melhor esclarecer" que estações vinculadas ao serviço móvel global de satélite (SGMS) estão abarcadas no art. 28 do regulamento. Isso porque houve questionamentos a respeito de "eventual insegurança regulatória" nas faixas de 1.980-2010 MHz e 2.170-2.200 MHz. No entanto, as subfaixas manterão o status quo, conforme regulamentação da Resolução nº 733/2020. (Contribuiu Henrique Julião)

Fonte: Teletime News de 3 de novembro de 2022, por Bruno do Amaral.

Regulamento da adaptação tem novos projetos incluídos pela Anatel e fim da obrigação de reorganização societária

Com base em análise de impacto regulatório (AIR) da área técnica, o Conselho Diretor da Anatel aprovou a proposta de reavaliação pontual do Regulamento de Adaptação das Concessões de telefonia fixa. O relatório do conselheiro Moisés Moreira apresentou na reunião desta quinta-feira, 3, em particular nova condição para assinatura das adaptações de outorgas de mesmo grupo e a inclusão de quatro novos projetos de investimentos.

Neste último caso, há a atualização dos projetos atuais de backhaul com fibra (sedes ou localidades sem a tecnologia) e serviço em 4G em sedes, localidades e áreas rurais sem banda larga móvel, além de rodovias federais ou estaduais sem cobertura. Mas agora esses estão ligados aos novos projetos:
>banda larga fixa (setores censitários ou localidades; pontos de interesse);
>expansão de capacidade de backhaul;
>rotas de redundância em trechos vulneráveis; e
>ampliação de capacidade do SMP.

"Como os projetos são complementares, as operadoras só poderão pegar os novos se estiverem com os projetos atuais", explicou Moreira. Para o conselheiro, a alteração regulamentar garante que as obrigações continuem a ser executadas "sem esvaziamento". Essa alteração também atende ao item nº 30 da agenda regulatória 2021-2022, considerando projetos já incluídos no edital do 5G, em termos de ajustamento de conduta (TACs), obrigações de fazer e no PGMU V.

Já na simplificação da adaptação das concessões para o modelo de autorização, agora está prevista a possibilidade de que a assinatura do termo único seja feita sem a necessidade de reorganização societária de empresas de mesmo grupo. Isso porque o Regulamento de Adaptação de Concessões (Resolução nº 741, de 8 de fevereiro de 2021), trouxe insegurança jurídica por uma possibilidade de interpretação de que seria necessário a dissolução do grupo econômico.

Com a revisão, que seguiu a área técnica, a operacionalização dos termos únicos agora traz a assinatura de todas as prestadoras do grupo. "Na mesma AIR avaliou-se que todas as empresas do grupo fazem parte do termo, e isso não interfere na continuidade do serviço", destacou o conselheiro Moisés Moreira.

Fonte: Teletime News de 3 de novembro de 2022, por Bruno do Amaral.

Concessionária testa conectividade de carros inteligentes usando WiFi em rodovias

A Eixo SP, concessionária de rodovias que atua em São Paulo, fez uma parceria com a montadora chinesa BYD para testar a conectividade em carros inteligentes. A tecnologia usada envolve aplicações de comunicação via rede de WiFi, conhecidas como V2I (veículo-infraestrutura-veículo) em pontos de acesso na rodovia SP 310 – a rodovia Washington Luís, entre os município de Itirapina e São Carlos.

Nos testes de conectividade, foram usados o streaming de vídeo e aplicativos de navegação por GPS com o carro em movimento. Segundo a empresa, o dispositivo de multimídia de 15 polegadas do carro usado, o SUV Tan, desempenhou sem interferências as funções em multitarefas, a partir do uso simultâneo destas aplicações, inclusive da captação de imagens em 360 graus do veículo em movimento, transmitidas em tempo real por oito câmeras embarcadas no veículo.

"Foi uma parceria muito proveitosa que nos deu uma dimensão da capacidade de nossa rede, que compõe o maior corredor conectado da América Latina, em um sistema que iremos adotar em um futuro próximo. Hoje o usuário já utiliza esse sinal para obter informações e acesso aos serviços da Eixo SP, mas em breve veículos e viajantes conectados serão uma realidade", afirma Sergio Santillan, diretor-presidente da concessionária.

Energia verde

Além da conectividade, a Eixo SP também está se preparando para o fornecimento de energia limpa para a circulação de veículos elétricos pelas 12 rodovias que administra. Segundo a empresa, em breve as bases de atendimento ao usuário disponibilizarão os pontos de recarga abastecidos por usinas fotovoltaicas instaladas em cada prédio operacional e reforçada por uma fazenda solar que irá gerar 1,9 MW/h, na região de Garça (Oeste do estado).

Atualmente, todos os prédios operacionais da empresa concessionária já são abastecidos por energia solar. Os veículos que operam as balanças móveis já são 100% elétricos e em breve a concessionária começará a testar um guincho leve, também elétrico, em sua operação rodoviária. Estas iniciativas estão inseridas nas políticas ESG da corporação.

Fonte: Teletime News de 3 de novembro de 2022, por Marcos Urupá.