domingo, 16 de novembro de 2014

Fabricantes de devices são os que mais lucrarão com IoT, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela CompTIA, associação da indústria de TI dos EUA, mostra que na percepção dos gestores de TI a indústria que mais vai lucrar com o crescente mercado de Internet das Coisas (IoT) são os fabricantes de dispositivos. Essa é a opinião de 45% das 293 firmas que participaram do levantamento.
 
Depois, com 40% aparecem as empresas de análises de big data e em terceiro lugar com 35% aparecem as empresas com experiência em integrar serviços utilizando API's. Entre os canais, 9% acreditam que eles estarão bem posicionados para lucrarem com o IoT nos próximos dois anos, enquanto que 23% acreditam que provavelmente estarão bem posicionados.
 
Os executivos de TI identificaram várias áreas onde a Internet das Coisas deve gerar maior impacto e entregar valor a longo prazo. São elas: criar novas oportunidades de receita e de negócios com sistemas conectados (por exemplo: cidades inteligentes e veículos conectados); controlar e monitorar peças recém ligadas de equipamentos; coletar novos fluxos de dados; adicionar inteligência a objetos anteriormente "burros" e a sistemas; e coletar informações contextuais de clientes.
 
Projeções estimam que o número de dispositivos conectados em todo o mundo crescerá de 14,4 bilhões em 2014 para mais de 50 bilhões até 2020, gerando uma oportunidade de receita estimada em US$ 1,9 trilhões, "o que sugere um mundo de novas oportunidades de negócios", conclui o levantamento.
 
"Inúmeros elementos da Internet das Coisas estão enraizados em componentes da TI tradicionais, o que é uma boa notícia para empresas de TI experimentarem a construção e a interconexão de sistemas complexos", disse Marco Carvalho, agente da CompTIA Brasil.
 
"Ao mesmo tempo, em que estamos propensos a ver o surgimento de muitas novas empresas focadas em aspectos específicos destes sistemas – tais como análise de dados e dispositivos – sabemos que o verdadeiro valor da Internet das Coisas virá da combinação e conectividade de todas essas as peças", completa ele.
 
Fonte: Teletime News de 13 de novembro de 2014

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